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domingo, 24 de julho de 2011

PASTORAL: "Por ti darei minha vida"

"Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte."

          Nosso país tem 160 milhões de pessoas que ainda não reconhecem o Senhor Jesus como Único e suficiente Salvador de suas vidas. Definitivamente nosso Brasil "não é do Senhor Jesus", como muitos insistem em afirmar! Por conta dessa falta do Senhorio de Cristo na vida do nosso povo, estamos convivendo com toda a sorte de impiedade e transgressão.
          Muita coisa tem contribuído para essa dura realidade. A própria Palavra de Deus vai nos dizer que nos últimos dias "o amor se esfriaria" - e onde há falta de amor, sobra impiedade, sobra transgressão, sobra egocentrismo, sobra inveja, sobra cobiça.
          Mas a Bíblia também vai nos dizer que esses últimos tempos seriam muito oportunos para se pregar a Palavra. Mas acontece que a Palavra de Deus não deve ser pregada de qualquer maneira. A Palavra de Deus não deve ser lançada, semeada, sem que o pregador, o semeador, o evangelista esteja respaldado por uma vida santificada, piedosa, separada e dependente do Deus da Palavra. Com certeza, não era esse o pensamento do apóstolo Paulo quando disse: "Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte". Claro que não. O pensamento dele era que sua vida dali em diante seria a vida de Cristo e a Sua obra.
          Paulo disse certa vez: "Sede meus imitadores como eu sou de Cristo".
          Um grande pregador disse certa vez: "Ao evangelizar, se preciso, fale". Esse pregador disse isso porque a pregação pressupõe vida, na prática, daquele que está semeando o Evangelho das Boas-Novas, o Evangelho que transforma, o Evangelho que quebranta, enfim, o Evangelho que faz novas todas as coisas.
          Aquele grande pregador disse isso porque a pregação pressupõe vida parecida com a de Cristo. A pregação do Evangelho pressupõe vida de humidade, não de exaltação; vida simples, não de ostentação; vida altruísta, não egocêntrica.
          Não tenho dúvida em afirmar que, se todo crente em Jesus Cristo levasse uma vida coerente com a santidade do Deus que o salvou; se zelasse pelo bom testemunho; se procurasse ter uma vida cada vez mais parecida com a vida que Cristo teve aqui neste mundo, certamente teríamos, num futuro bem próximo, um número sensivelmente menor de descrentes em nosso Brasil.
          Portanto, não há momento melhor, nem mais propício, de colocarmos em prática a oportuna exortação do apóstolo Pedro, que diz: "antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (1Pe. 3. 15).
          Que Deus nos permita dizer mui brevemente, como fruto de uma vida separada para Ele e dependente dele: O Brasil verdadeiramente é do Senhor Jesus!
         
           (Junta de Missões Nacionais)

           Com amor e carinho,
            Pr. Sandro Reis, servo.


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